sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Brrrrrrrhhhhhhhhrrrrr

Saída de Orlando pra Miami...Frio no sul da Flórida ??!?!!
Miami nunca esteve tão frio como agora, com temperaturas variando entre 3 e 8 graus celsius. Engraçado tem sido ver os cubanos encapotados, com toucas e luvas, afinal esse tempo é algo muito incomum, mesmo no inverno já que em Miami, o clima permanece na casa dos 28 graus o ano inteiro. Decepção para os "snowbirds" que migram todos os anos do norte dos EUA para o sul da Flórida em busca de temperaturas mais amenas. Não é a toa que os hotéis estão completamente lotados...Resta a todos uma opção, que cá entre nós, não é nada ruim...Shopping!!!!!!!!!!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

RUMO À “BRASILÂNDIA”


Correria

Para quem não viu o fim de ano chegar e sequer teve tempo de programar as férias de janeiro, a pressa para arrumar as malas só não foi maior que a correria para encontrar passagens. E ainda foi preciso cruzar os dedos e fechar os olhos diante dos preços, que não estavam nada acessíveis. Quem conseguiu encontrar lugar no avião, pagou mais caro; quem não conseguiu poderia ter que esperar até março, acreditem se quiser.

MIAMI
Saí do Brasil no dia 24 de dezembro em direção a Miami e acabei passando o meu Natal nos ares, ou melhor dizendo, por Buenos Aires. Claro que eu não sou nenhuma desnaturada sem família que resolve passar a noite de Natal num avião, né? Com os vôos completamente lotados, me restou essa única opção com conexão na Argentina, saindo de São Paulo. E lá fui eu...Depois de quase 24h em trânsito, nem mesmo o cansaso conseguiu abalar a alegria de estar em Miami. Com clima tropical e sangue latino - devido a grande quantidade de hispanos que vivem lá- a cidade, que fica no Sul da Flórida, é a porta de entrada dos brasileiros em solo americano e paraíso de compras de milhões de turistas. Ainda na imigração é possível sentir a famliaridade com a nossa língua e a receptividade dos oficiais imigratórios que falam o bom “portunhol” para que ninguém se enrole na hora de carimbar o passaporte. Por isso, quem está pensando em praticar o inglês, é melhor ir para outra cidade, já que metade da população em Miami fala espanhol. Já quando o assunto é shopping, pode ter certeza de que você está no melhor lugar do mundo, seja para comprar computadores, eletrônicos, roupas ou o que mais couber nas suas malas (você pode voltar com duas de 32kg cada, mas o limite de isenção na alfândega brasileira é 500 dolares). Comparar com os preços cobrados no Brasil chega a ser covardia, já que a diferença de valores é absurda. Resultado? Mesmo que você não precise, é impossível não voltar para o Brasil carregado de coisas (não é a toa que a cidade é a meca dos sacoleiros). Há shoppings maravilhosos como o Dolphin Mall, onde você encontra aquelas marcas super famosas a preços inacreditáveis.

ORLANDO
Depois de quatro dias em Miami segui para Orlando passar o Ano Novo nos parques. Todos os anos, nessa época, a cidade está completamente lotada de turistas de todas as partes do mundo e eu sempre fico impressionada com a infra-estrutura do lugar, que comporta milhões de pessoas sem que haja algum problema. Bem...se até então eu não tinha entendido o por quê dos vôos estarem tão lotados para os EUA, lá eu cheguei na raiz do problema. Fosse nos parques, lojas ou restaurantes, não se ouvia outro idioma além do português. Só pra se ter uma idéia, além da versão dos guias em nosso idioma, haviam sempre representantes brasileiras nos balcões de atendimento aos turistas, o “guest relations”, para atender esse público em específico. Uma coisa é certa, se o dólar estava baixo, mais baixa ainda estava a temperatura em Orlando, que variava entre zero e cinco graus - com aquele vento gelado a sensasão térmica chevaga a -1. Nada que conseguisse abalar o ânimo de curtir os parques e todas as atrações inesquecíveis, mesmo para quem já viu mais de três vezes. Se tiver o “Fast Pass”, melhor ainda, já que é o único jeito de não ficar naquelas filas imensas, normal nessa época. Depois de dar a “volta ao mundo” no Epcot Center, mergulhar na fantasia dos Studios Hollywood e Universal, saí de lá com a certeza de que nada poderia ser mais “tridimensional” que a sensação de estar no Brasil em pleno EUA. Disneylândia? Que nada...Brasilândia!!!!